Paramos lado a lado e olhamos para aquela parede alta de verde, que ia infinitamente para os dois lados. Na nossa frente, uma entrada não muito grande, que levava a diferentes caminhos e, dezenas de curvas mais tarde, a um espaço central com estátuas de pedra e bancos de madeira. Olhei de novo para ele e ele sorriu. Eu não acreditava que estávamos lá para fazer aquilo, mas precisávamos de respostas para dar um jeito em nossa situação e aquela ideia pareceu provocante o suficiente. Se aquilo funcionasse, seria nós dois desafiando o destino e traçando o nosso próprio caminho.
— Está pronta? — ele disse, ainda sorrindo para mim.
— Não, mas acho que não tenho escolhas.
Segurei a mão dele de leve e senti mais uma vez o cheiro de seu perfume me inundar por dentro. Olhei no relógio e entrei no labirinto, sem olhar para trás. Virei à direita e segui reto pelo corredor de vegetação, que se estendia por mais alguns metros à minha frente. Não sabia se daria certo e estava com medo de que aquilo se tornasse um pesadelo para mim, mas eu precisava tentar. Continuei andando pelo caminho de terra batida, fazendo escolhas aleatórias de virar para algum dos lados, e senti que já estava bem afastada do marco de entrada.

Momentos depois, olhei o relógio novamente e vi que já havia passado mais de 5 minutos que eu tinha entrado lá. Conforme o combinado, ele já devia estar entrando no labirinto à procura de mim no lugar de chegada, no máximo até 30 minutos depois. Agora aquilo me parecia a ideia mais estúpida da face da Terra… Como poderíamos basear nosso destino em uma brincadeira em um labirinto, como se aquilo não fosse algo sério e extremamente relevante para o nosso futuro? Fechei os olhos rápido e pensei para mim mesma: por favor, faça com que a gente se encontre lá no meio, por favor, por favor.
Continuei dobrando esquerdas e direitas, até me deparar com um corredor sem saída. Fiquei parada por alguns segundos e olhei para o céu. O dia estava claro, o sol batia forte nos meus ombros e a brisa suave de outono não deixava que o calor fosse muito intenso. Fechei meus olhos e lembrei da voz dele, rindo de alguma bobagem que eu costumava lhe falar. Senti meu rosto se desdobrar em um sorriso e dei meia volta, procurando um novo caminho para chegar até o meu objetivo. Voltei alguns corredores e mudei o curso da minha direção.
Os minutos passavam e o labirinto não parecia terminar nunca. Avancei, retornei, achei becos sem saída, cruzei por muita gente pelo caminho, mas não o via em canto algum. Minha respiração ficou ofegante e senti uma crise de pânico tomar conta de mim aos poucos. Fechei meus olhos e pensei na sensação da mão dele sobre a minha pele. Um arrepio subiu minha espinha e me lembrou que eu só teria aquilo de volta se eu não desistisse agora. Meus pés andavam mais rápidos do que minha cabeça conseguia desvendar o trajeto certo, mas mesmo sem saber para onde estava indo, eu continuei em frente.
Tentei não olhar muito no relógio e esquecer que estava com os minutos contados, mas a verdade é que aquilo me apavorava. E se não desse tempo? E se não nos encontrássemos lá no meio? Seria o nosso fim? Fechei meus olhos e imaginei aquele olhar doce me mirando, gravando todos os detalhes na memória, enquanto suas mãos percorriam os traços do meu rosto. Respirei fundo e resolvi voltar pelo mesmo corredor, porque algo me dizia que o percurso para a minha felicidade não era por ali. Senti vontade de correr, passando as mãos pelas paredes de folhas, me guiar pelo vento, pelo sol, por algo maior do que eu.
Senti minhas pernas acelerarem o ritmo e só parei quando ouvi um barulho ao meu lado. Meu celular estava caído alguns metros atrás e um nó fechou minha garganta, fazendo meus olhos se encherem de lágrimas enquanto eu me abaixava para juntar o telefone do chão e recolocá-lo no bolso. Fechei meus olhos e me envolvi com a lembrança de quando ele me abraçou pela primeira vez, forte, como se aquele momento devesse durar para sempre. Enchi o peito de coragem e continuei devagar por mais algumas retas e curvas que apareceram pelo caminho.
Algum tempo depois, eu virei a última esquerda e vi as paredes se abrirem em uma pequena praça, com bancos ocupados por crianças e casais, que conversavam e riam sobre a dificuldade de chegar até ali. Fechei meus olhos e senti medo. Girei sobre meus pés, procurando encontrar o rosto que enxergo sempre em meus sonhos, mas ele não estava ali. Mas lembrei que era justamente daquilo que precisávamos, uma resposta, uma coincidência, uma ajuda providencial. Se fosse para nos encontrarmos, nos encontraríamos. Se o acaso não quisesse que nossos caminhos continuassem se cruzando, aquela seria a nossa prova. Olhei o relógio pela última vez e tremi de cima a baixo.
Faltando um minuto para todas as minhas esperanças irem por água abaixo, eu respirei com força e senti aquele cheiro inconfundível. Era o perfume dele. Fiquei com medo de virar para olhar e encontrar rostos desconhecidos, pessoas que não faziam o meu coração bater mais forte. Permaneci imóvel e fechei os olhos pela última vez. Senti a mão dele me abraçar por trás, seu queixo pairar sobre o meu ombro e os lábios sussurrarem na minha orelha um “achei”. Soltei o ar aliviada e apertei a mão dele com força, quase sentindo meus ossos se quebrando por dentro. Minha barriga deu cambalhotas e ele me virou de frente para ele, revelando o sorriso mais lindo do mundo aberto de lado a lado em seu rosto. Sorriso agora que era meu também. Meu.
Eu já vi este meme em vários blogs, mas roubei o original lá do blog da Carol, porque ninguém me indicou, mas eu também fiquei com vontade de fazer. Mas diferente do dela, eu dei uma suavizada no tema do meme, pra não ficar tão vulgar, até porque essa coisa de promiscuidade não combina comigo. Mas resolvi fazer só para descontrair um pouco… Demorei séculos para fechar a lista, porque eu estava escolhendo os caras por um quesito específico, mas vi que eu nunca ia conseguir fechar o top 10 daquela forma, então resolvi usar a minha técnica de amores platônicos para selecionar meus preferidos… E deu certo!
As regras do meme são bem simples: você precisa escolher dez famosos com quem você ficaria e explicar o porquê. Pensei e repensei bastante minhas escolhas, mas acho que agora achei as pessoas certas. Então bora lá mostrar os bofes e dizer o motivo pelo qual eles estão na lista. Preparados?
#10 STEPHEN AMELL

Por quê? O Stephen Amell virou meu queridinho depois que eu comecei a assistir Arrow. Como ele é o xodó mais recente, ficou em décimo, mas mesmo assim desbancou outros artistas que já estão no meu coração há mais tempo. E não tem muito o que explicar, néam? O ser em questão tem um corpo de causar inveja e uma carinha linda, com aqueles olhos azuis e um sorriso inexplicável. Adoro quando ele abre a boca para dizer algo, quase gagueja e não sai nada… Sem falar nos olhares sérios e no jeito doce de falar. Amo demais!
#9 KUNAL NAYYAR

Por quê? Não podia fechar minha lista sem um representante da classe nerd, néam? Hehehe! Desde que comecei a assistir The Big Bang Theory, gamei no Kunal. Não sei se é o sotaque, o sorriso fofo ou o jeito tímido dele, mas ele me encanta de todas as formas. Ele é o típico cara normal, sem uma beleza extraordinária, mas que apresenta um conjunto bem interessante. Gosto do estilo despojado que ele tem, principalmente quando ele deixa o cabelo meio esculhambado, com os cachos soltos. Ele precisava estar nessa lista, com certeza.
#8 JOSH HARTNETT

Por quê? Eu sou fã do Josh há trocentos séculos e ele é protagonista de um dos meus filmes favoritos de todos os tempos, “Wicker Park”. Não acho ele a pessoa mais linda desse mundo (e também não é dono de um corpo de fazer babar), mas basta ele te olhar com aqueles olhos tímidos e deixar à mostra o buraquinho entre os dentes da frente e pronto: derrete qualquer uma! Amo a voz dele e o jeito que ele mexe a boca para falar e tenho a impressão de que ele é muito doce, sempre. Oitavo lugar, muito merecido, por sinal.
#7 ROBERT PATTINSON

Por quê? Desde que o Rob assumiu a pele de Edward Cullen nas telinhas, ele entrou para a lista dos meus atores favoritos. Curti ele desde o quarto filme do Harry Potter, mas foi só depois que a ficha caiu… Adoro o jeito como ele está sempre passando a mão pelos cabelos e como os olhos dele ficam pequenininhos quando ele sorri. Me encanta o fato de que ele toca piano e sou apaixonada pela voz e pelas músicas dele. Gosto do jeito dele e da intensidade que ele passa com apenas um olhar ou um sorriso. Inclusive, ele já foi layout aqui no blog. Alguém se lembra?
#6 JOE JONAS

Por quê? O Joe é praticamente o meu guilty pleasure, mas quer saber? Nem toli. Todo mundo sabe que eu sou fã de JB e, convenhamos, de feio ele não tem nada… Já vi o Joe ao vivo algumas vezes e tenho todos os motivos para colocá-lo nesta lista: ele é ainda mais gato pessoalmente. E agora que ele viciou em corridas e exercícios, está com um corpo lindo também. Adoro o jeito que ele fala, o sorriso doce e a risada dele. Gosto que ele é meio nerd, meio descolado; adoro que ele é desastrado e está sempre tropeçando nas próprias pernas; e curto muito o estilo dele e as roupas que ele usa. E o mais importante, ele é bobalhão, palhacinho, bem do jeito que eu gosto…
#5 TAYLOR HANSON

Por quê? Razão mais óbvia por estar nesta lista: o Tay foi o meu primeiro amor platônico. Lá pelos meus 13, 14 anos, no auge da minha adolescência, era Deus no céu e Taylor na Terra. Não é à toa que Hanson é até hoje minha banda favorita e o Taylor continua me encantando com seus belos olhos azuis e o seu sorriso angelical. Como fã há tantos anos, conheço todos os seus trejeitos e gosto de tudo o que vejo nele. As mãos gordinhas (como as minhas), as mantas, os colares, os pés inquietos, as atiradas de cabeça para trás, o cabelo, a voz… Não mudaria absolutamente nada nele, porque já está mais do que perfeito como é. Homem pra casar, ter filhos e ser feliz pro resto da vida.
#4 JOSHUA JACKSON

Por quê? Conheci ele em Dawson’s Creek e até hoje é um dos meus atores favoritos. Meu eterno Pacey Witter! E por mais que o personagem mude, o Josh é sempre o mesmo: doce, fofo, gentil, romântico, cuidadoso, atencioso, carinhoso, perfeito. Ele é dono do personagem mais carismático da galáxia e mostrou de todas formas o que é um amor verdadeiro e sincero. Por causa dele, sei de cor várias cenas de Dawson’s Creek e perdi a conta de quantas vezes reassisti alguns episódios desse seriado. Ele é apaixonante, dono de um sorriso enigmático e das mãos mais amorosas da história. O jeito como ele abraça, conforta, o olhar e o sorriso doce… Paixão demais, para sempre.
#3 JARED PADALECKI

Por quê? Como não amar o Jared? Independente do cabelo (o meu favorito é o atual, por sinal), ele tem todas as qualidades que um homem pode ter: beleza, personalidade, senso de humor, inteligência, simpatia e doçura. Para mim, ele tem um dos sorrisos mais lindos do universo. E é tudo o que basta para eu cair de amores por alguém. Além disso, ele é talentoso, divertido, alto, gostoso, tudo de bom. Hehehe! A única coisa que eu não gosto muito nele são as botas de caubói, mas néam? É só tirar e está tudo às mil maravilhas. Adoro as mãos e os pés dele e nem vou comentar sobre as covinhas… Muito amor!
#2 ZACHARY LEVI

Por quê? Porque muso que é muso tem que entrar na lista, certo? Sendo assim, segundo lugar para o meu muso nerd, que é viciado em videogame, canta deliciosamente bem e é engraçado por natureza. Amo de paixão a voz dele, o sorriso, o cabelo, os olhos e as sobrancelhas negras… Ele sabe ser delicado, mas também tem o dom de ser irônico e debochado. Gosto como ele está sempre envolvido com alguma causa bacana e é receptivo com os fãs, onde quer que esteja. Tem um coração enorme e está pronto para sair apenas com camiseta, jeans e All Star. Meu sonho de consumo… Onde tem para comprar?
#1 EVAN TAUBENFELD

Por quê? Muso mór da minha vida! E este vai ser difícil de explicar o motivo, porque é algo maior do que qualquer característica, fato ou qualidade. É o cara que eu mais admiro nessa vida, por quem eu torço de todo o coração e onde busco inspiração. Tudo bem que os olhos verdes e o sorriso são encantadores, mas beleza passa longe do motivo pelo qual ele ocupa o meu primeiro lugar na lista. É uma coisa de afinidade, química e identificação. Compositor de mão cheia, apaixonado por crianças, fofo, engraçado, amigo de fé, meio nerd, meio geek, meio sem noção… Conhecer ele foi um dos dias mais felizes de toda a minha vida. No brainer!
E estes são os meus escolhidos! Não vou indicar o meme a ninguém, mas sintam-se à vontade para roubar e fazer em seus blogs também. Talvez se fosse um top 20, teria sido mais fácil definir a lista, mas eu quase morri para reduzi-la a apenas dez moçoilos. Mas acho que acertei na mosca! Quem vocês colocariam no top 10 de vocês? Comenta aí e compartilha com a gente!
Acho que vocês já estão carecas de saber que ano passado eu comprei meu apartamento, néam? Por enquanto, ainda não estou com as chaves em mãos (falta aprovar os últimos ajustes que eu solicitei na última vistoria), mas falta muito pouco. Mas hoje eu não vou falar do apartamento, e sim do processo para o encontrar, que eu acredito não ter contado para vocês ainda… Senta que lá vem a história!
Em questão de dias, logo após ter fechado com um novo emprego na época, eu decidi que ia começar a procurar um apartamento para mim, porque eu queria sair de casa. Desde que voltei de Toronto, eu estava alternando entre duas grandes decisões: voltar a morar no exterior ou ficar no país e ir morar sozinha. Como a primeira opção teve que ser adiada, achei que estava mais do que na hora de correr atrás da opção número dois — e foi o que eu fiz. Quando recebi o OK do emprego, já comecei a procurar um novo lugar pra morar…
Dois dias depois, minha irmã saiu de carro comigo e fomos passando por várias ruas dos bairros em que eu queria morar e anotando os telefones dos apartamentos que pareciam legais. Mais tarde naquele mesmo dia, eu procurei na internet todos os empreendimentos que já estavam sendo construídos, porque comecei a achar que valia mais a pena comprar um apartamento novo, mesmo que tivesse que esperar alguns meses. E foi como tudo aconteceu. De um dia pra outro!
Anotei o endereço de uns 4 novos condomínios num papel e, no domingo de manhã, saí com minha mãe e minha irmã para olhar as construções e localizações. Depois que coloquei os pés no primeiro, acabei nem indo olhar os outros. Em questão de horas, já estava batendo o martelo com a construtora e encaminhando os documentos para a compra do meu novo lar. Como eu já tinha pesquisado todas as informações pela internet, achei que era uma ótima escolha. Até hoje não me arrependi, pelo menos.
Resumindo a história… Eu praticamente comprei o meu apartamento pela internet! Bem meu tipinho, néam? Mas foi assim mesmo… Hoje em dia, a web é uma facilidade enorme e te poupa muito tempo. Procurei apartamentos de um certo perfil, já cuidando a localização, planta baixa e infra-estrutura do condomínio e voilà. Está tudo ali na telinha para você olhar e tirar dúvidas. Um dos grandes motivos pelo qual eu escolhi o meu apartamento foi a planta baixa, que era a melhor de todos os que eu olhei. E eu decidi tudo isso sentada na frente do computador, no meu quarto.
E por conta disso, hoje eu vou apresentar para vocês a Imovirtual, que é um prestigiado portal português para a compra e venda de imóveis. Tudo bem que estamos no Brasil, mas quem nos garante que amanhã ou depois não vamos estar procurando casas de férias em Portugal para dar uma relaxada ou aproveitar um feriadão? A dica é muito válida. Pelo site, você pode encontrar exatamente o tipo de imóvel que procura, ver fotos e ainda todas as informações necessárias para fechar um bom negócio.
Toda a facilidade de escolher um lugar legal para morar (ou colocar o seu imóvel à venda) com a comodidade do seu sofá. Para mostrar um pouquinho mais da empresa para vocês, segue um vídeo. Achei muito bonitinho o single e o sotaque português gostoso de ouvir… E aliás, vocês já imaginaram o quão legal seria se a gente pudesse mesmo escolher a nossa futura casa deslizando pelos ambientes com um toque de dedos? Achei genial!
Este post é um publieditorial.
Hoje eu vou compartilhar com vocês uma das minhas últimas descobertas hollywoodianas: o gato Stephen Amell. No início deste ano, eu vi uma propaganda na tevê sobre o seriado Arrow, e como curtia muito Smallville, resolvi baixar o piloto para assistir e ver se gostava. Não só adorei o seriado, como virei fã do protagonista, que interpreta Oliver Queen no dia a dia e contra-ataca de Green Arrow nas horas necessárias, para tentar combater os crimes na cidade de Starling City, onde mora.

Stephen Amell nasceu dia 8 de maio de 1981 em Toronto, no Canadá, tem 32 anos e atualmente é o protagonista do seriado Arrow, da emissora CW. Nascido e criado em solos canadenses, Stephen mudou-se mais tarde para os Estados Unidos, onde começou a atuar em alguns seriados como Beautiful People, Rent-A-Goalie, Dante’s Cove, Heartland, entre outros. A partir de 2010, participou de episódios de CSI, The Vampire Diaries, New Girl, 90210, Private Practice e alguns mais.
Em 2012, o ator foi convidado para estrelar o seu próprio seriado, interpretando Oliver Queen, um playboy filho de um grande empresário e dono da Queen Consolidated. Após sofrer um acidente de navio e ficar 5 anos sozinho (ou não) em uma ilha deserta, ele consegue voltar para casa e decide honrar a morte de seu pai, personificando um vigilante mascarado para devolver a paz aos habitantes da sua cidade. Na pele do arqueiro verde, Oliver tenta proteger seus amigos e familiares e recuperar tudo o que perdeu no tempo que ficou longe.

Com um belo par de olhos azuis, cabelo loiro, barba ralinha e 1,85m de muita simpatia, Stephen arranca suspiros por onde passa. Para a infelicidade da nação, o moçoilo é casado com a também atriz Cassandra Jean, desde o final do ano passado. #mimimi
Recentemente, o ator gravou o filme “When Calls The Heart”, que será lançado pela The Hallmark Channel ainda este ano, interpretando Wynn Delaney, e emprestou sua voz para o jogo de videogame “Injustice: Gods Among Us”, também no papel de Green Arrow.

O tipo de fotos dele que eu mais gosto: de frente e sério… Fiu fiu!
Recomendo que assistam Arrow e se deliciem com o Stephen no papel de Oliver Queen! O seriado tem muita ação e uma boa dose de romance também. Nas redes sociais, o Stephen é @amellywood e está sempre postando fotos e contando as novidades da sua carreira. Vale a pena dar um follow!

Sem mostrar os dentes…

Sorrindo e ainda mais lindo!
Escrevi este post na metade de março, mas por algum motivo decidi não postar isso na época. Algumas semanas atrás, lembrei do texto e fiquei com vontade de publicar; então, aqui está. Não sei se é o momento certo ou não, mas independente disso, o texto é verdadeiro e reflete o que eu acredito de coração. E é isso o que importa.
Há alguns dias eu li algo que me fez pensar sobre a minha vida e minhas atitudes… Mais especificamente sobre conhecer alguém potencialmente interessante no quesito romance. A frase dizia que “quanto mais você corre atrás da felicidade, mais você passa por ela sem percebê-la”. Não sei se isso chega a ser uma verdade absoluta, mas o que eu sei é que as melhores coisas da vida geralmente acontecem quando a gente menos espera. Não é verdade?
Mas enfim, essa frase me faz lembrar de coisas que dois amigos meus sempre me falam… Um deles me diz que eu devo me dar a chance de conhecer outras pessoas e aceitar novas oportunidades; já o outro fala que não acha certo eu correr atrás de alguém e que devo esperar a pessoa certa chegar até mim. Para variar, eu não concordo nem com um e nem com o outro. Minha opinião fica no meio termo entre esses dois extremos, e eu explico porquê.
Não acho que estar sozinho deve ser um motivo para você aceitar conhecer ou se interessar por qualquer pessoa. Ao meu ver, para um relacionamento funcionar, tem que haver uma química entre as duas partes, ou qualquer coisa que os faça atraídos um pelo outro. Não precisa ser necessariamente um sentimento puro, como amor ou paixão, mas uma certa atração física, uma ligação, um mistério… Dito isso, fica implícito que nem todas as pessoas que cruzam por nossas vidas nos causam esse efeito, sendo assim não acho que devemos nos abrir para toda e qualquer possibilidade. Querendo ou não, a gente sabe de cara quando alguém mexe conosco (mesmo que não consigamos explicar isso em um primeiro momento), e então acabamos descartando automaticamente todos os outros. E se isso funciona dessa forma, por que se entregar a uma situação em que você não está apostando as suas fichas? Para quê criar uma oportunidade se sequer você acredita nela? Quando a gente sabe que pode investir, o corpo — coração ou cérebro — nos avisa que aquela pessoa é compatível; então se você não recebeu o aviso, por que correr atrás de algo que pode nem estar lá?

E assim como eu acredito que as pessoas certas vão acabar aparecendo em algum momento, também não acho que seja justo esperar apenas por atitudes delas para você ter o que merece. Se você sente que é certo (ao menos pra você), por que ficar esperando sentado e correr o risco de que nada aconteça? Ninguém perde nada tentando… A gente perde quando não faz nada a respeito e deixa as coisas irem embora, sem ao menos lutar por elas. Então se você grudou a bunda na cadeira e está esperando a felicidade cair do céu, trate de arregaçar as mangas e partir para o trabalho, porque por mais que o universo conspire a seu favor, outras energias podem surgir e deslocar o que estava destinado a você para outras pessoas.
Então tudo isso é muito simples para mim. Eu acredito que muitas pessoas vão passar por nossas vidas (e não digo apenas no cenário romântico), mas nem todas elas vão ficar. Algumas vão se destacar de outras e algumas delas vão significar o mundo para você por algum tempo — tempo este que pode ser longo ou curto, mas que nem sempre depende apenas de você. Quando você se deparar com alguém assim, não espere para ver o que vai acontecer. Faça algo, tente tudo o que for preciso, vire o mundo do avesso, se esforce e a conquiste. Não tenha medo de fazer algo errado ou de parecer louco e confuso; melhor parecer um bobo do que perder o amor da sua vida.
Não fique com alguém por pena, não se iluda achando que o sentimento virá depois e não tente construir algo que nem mesmo você acredita. Enquanto você se esforça para fazer algo nascer com a pessoa errada, você pode estar se privando de conhecer a pessoa certa. Tudo tem o seu tempo e nem sempre estamos em sincronia com ele, portanto seja paciente. Não invista todas as suas forças em algo que você não sabe se vale a pena, não desista de encontrar o verdadeiro amor para tentar construir o seu. As coisas vem para quem espera e para quem acredita. Nem sempre do jeito e da forma como esperamos, mas elas vem. Sempre vem.
E é isso o que eu venho dizendo a mim mesma por um longo tempo… Eu não vou me atirar nos braços de ninguém enquanto eu não tiver certeza de que é a coisa certa a fazer. Eu não quero aprender a amar alguém porque eu acho que não vou mais encontrar a pessoa certa se eu continuar seguindo em frente. Eu não tenho medo de continuar tentando, de passar o resto da vida tentando. Eu sei que algum dia, em algum momento, algo dentro de mim vai me indicar o que eu devo fazer, o que é o certo, e então tudo estará predestinado a funcionar. Tudo fará sentido e será fácil, sem qualquer esforço, sem forçar a barra. Porque a vida é assim, as coisas acontecem quando precisam acontecer, na hora certa, no local certo, com as pessoas certas.

Cada um tem o que merece. Todo mundo vai passar pelo o que precisa passar, viver o que está destinado a viver. Acredite no destino, viva as consequências, aproveite as coincidências e não desista de seguir em frente, mesmo que esteja na direção errada. Um dia, você vai passar por um ponto em que nunca passou e talvez, neste dia, você enxergue tudo diferente. Diferente de uma forma boa. Ou talvez seja um mesmo ponto que você já cruzou antes, mas só agora seja a hora certa de passar por lá.
O mundo realmente dá voltas e a gente só precisa continuar de pé para visualizar os pontos ao longo do caminho. E quando você enxergar um deles, vá em sua direção. Se não tiver certeza, continue andando. A felicidade não é a parada final, mas os momentos que vivemos pelo caminho. A gente só precisa aproveitar o percurso, com erros e acertos, manter o sorriso no rosto e os olhos abertos, porque o pote de ouro pode estar atrás de qualquer pedra no trajeto e precisamos estar prontos para enxergar.